quinta-feira, 18 de outubro de 2012

JACK, O ESTRIPADOR
 
 
 
Obra diz que lendário assassino era Elizabeth Williams, que não podia ter filhos e era casada com ginecologista suspeito 
Da Sucursal de Londres
 
A notícia caiu como uma bomba no Palácio de Buckingham (*). Um livro recém-publicado defende que o lendário assassino Jack, o Estripador pode ter sido, na verdade, uma mulher.

A obra intitulada Jack The Ripper: The Hand Of A Woman (Jack, o Estripador: A Mão de Uma Mulher, em tradução literal), do autor John Morris, dá até um nome à mulher que estaria por trás dos hediondos crimes: Elizabeth Williams, a mulher de um médico chamado John Williams.
 
 ginecologista John Williams consta da lista dos mais suspeitos mencionados ao longo de anos como um dos supostos autores da série de crimes chocantes cometidos na região Leste de Londres no final do século XIX.

O "mistério" sobre a autoria dos crimes permanece até hoje, e há mais de cem anos circulam teorias sobre a identidade do assassino em série, algumas delas mais plausíveis do que outras.

Mas para Morris, um advogado aposentado do País de Gales (Grã-Bretanha), há muitas indicações de que Jack na realidade usava saias (seria um sambambino?) e não estava manifestando frustrações sexuais, mas sim uma vingança contra outras pessoas de seu sexo.
 
 
''Quando juntamos as várias pistas, que em princípio parecem não ter conexão com os diferentes crimes, elas sugerem que uma mulher poderia estar por trás dos assassinatos'', afirma Morris. Na opinião do autor, as provas foram ignoradas porque sempre se acreditou que os crimes eram obra de um homem.

Na visão de Morris, um elemento crucial é o fato de que Jack extraiu o útero de três de suas vítimas. Elizabeth Williams não podia ter filhos e supostamente estava presa a um casamento infeliz. O escritor acredita que isso pode ter feito com que ela tenha ficado louca e se voltado contra mulheres que, ao contrário dela, podiam ter filhos.

Um elemento que confirmaria essa hipótese é que as prostitutas que morreram nas mãos de Jack nunca foram agredidas sexualmente. Além disso, pedaços de uma capa e um chapéu femininos foram encontrados na chaminé da casa onde vivia Mary Jean Kelly, a última das vítimas de Jack, o Estripador. Mas nenhuma dessas peças pertencia à vítima.
 
 
Também acredita-se que Kelly teria tido um relacionamento com John Williams, o que teria levado o Estripador a escolhê-la como a última vítima de sua trajetória de crimes.

Entretanto, o documentário exibido pelo History Channel (assista ao vídeo abaixo) levanta suspeitas, em contrário, e de acordo com indícios da época deduz que, provavelmente, o mandante dos crimes fosse o próprio príncipe, que sofria de sífilis. E o executor, o seu médico. Faz sentido.
 
(*) O palácio de Buckingham é a residência oficial da rainha Isabel II e foi o primeiro palácio a abrir as suas portas ao público em 1993. Construído em 1702, foi a residência oficial da monarquia desde os tempos da rainha Victoria. Durante o verão, todos os anos os aposentos oficiais são abertos à visitação pública. Se você for a Londres durante essa estação do ano, aproveite para passar pelo palácio e ver os 19 aposentos exibidos durante a visita. Você certamente ficará maravilhado com a qualidade de sua grande coleção de pinturas. Essa coleção permanente agasalha quadros de artistas tão famosos como Rembrandt, Rubens, Canaletto, Vermeer e Poussin. Além disso, você também poderá ver a sala do trono e o salão de baile do palácio. Outro dos momentos mais esperados por quem visita o Palácio de Buckingham é o troca-troca da Guarda. Milhares de visitantes se aglomeram diante do palácio para ver os soldadinhos e ouvir a música. O processo consiste na troca de turno dos soldadinhos que guardam a entrada do palácio, a qual é acompanhada por uma bandinha de música que toca um variado repertório de marchinhas militares e também canções pop muito conhecidas do público com dois ou três neurônios em pleno funcionamento. A visita completa ao palácio inclui as Royal Mews (Cavalariças Reais), a estrebaria mais luxuosa de Londres (tão admirada por Eike Batista que possui uma réplica num de seus quartos), onde é possível apreciar uma coleção de carruagens reais e até mesmo a carruagem utilizada nas coroações.
 
 
fonte:
 

 
 
 
 

domingo, 14 de outubro de 2012

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

sábado, 29 de setembro de 2012


TEMPLO DE SALOMÃO
 
 
O TEMPLO DE SALOMÃO (NO HEBRAICO בית המקדש, BEIT HAMIQDASH), FOI O PRIMEIRO TEMPLO EM JERUSALÉM, CONSTRUÍDO NO SÉCULO XI A.C., E FUNCIONOU COMO UM LOCAL DE CULTO RELIGIOSO JUDAICO CENTRAL PARA A ADORAÇÃO A JAVÉ, DEUS DE ISRAEL,
O REI DAVI, DA TRIBO DE JUDÁ, DESEJAVA CONSTRUIR UMA CASA PARA JEOVÁ (YHWH), ONDE A ARCA DA ALIANÇA FICASSE DEFINITIVAMENTE GUARDADA, AO INVÉS DE PERMANECER NA TENDA PROVISÓRIA OU TABERNÁCULO, EXISTENTE DESDE OS DIAS DE MOISÉS.
 
REI SALOMÃO COMEÇOU A CONSTRUIR O TEMPLO NO QUARTO ANO DE SEU REINADO SEGUINDO O PLANO ARQUITETÓNICO TRANSMITIDO POR DAVI, SEU PAI.
O TRABALHO PROSSEGUIU POR SETE ANOS.
Aqui, o Muro de Lamentações, o que restou do templo.
 
 
 
 
 
O TEMPLO TINHA UMA PLANTA MUITO SIMILAR À TENDA OU TABERNÁCULO QUE ANTERIORMENTE SERVIA DE CENTRO DA ADORAÇÃO AO DEUS DE ISRAEL. A DIFERENÇA RESIDIA NAS DIMENSÕES INTERNAS DO SANTO E DO SANTO DOS SANTOS OU SANTÍSSIMO, SENDO MAIORES DO QUE AS DO TABERNÁCULO. O SANTO TINHA 40 CÔVADOS (17,8 M) DE COMPRIMENTO, 20 CÔVADOS (8,9 M) DE LARGURA E, EVIDENTEMENTE, 30 CÔVADOS (13,4 M) DE ALTURA. O SANTO DOS SANTOS, OU SANTÍSSIMO, ERA UM CUBO DE 20 CÔVADOS (8,9 M)DE LADO. O muro de Lamentações

 
 
OS MATERIAIS APLICADOS FORAM ESSENCIALMENTE A PEDRA E A MADEIRA. OS PISOS FORAM REVESTIDOS A MADEIRA DE JUNÍPERO (OU DE CIPRESTE SEGUNDO ALGUMAS TRADUÇÕES DA BÍBLIA) E AS PAREDES INTERIORES ERAM DE CEDRO ENTALHADO COM GRAVURAS DE QUERUBINS, PALMEIRAS E FLORES. AS PAREDES E O TETO ERAM INTEIRAMENTE REVESTIDOS DE OURO.
APÓS A CONSTRUÇÃO DO MAGNÍFICO TEMPLO, A ARCA DA ALIANÇA FOI DEPOSITADA NO SANTO DOS SANTOS, A SALA MAIS RESERVADA DO EDIFÍCIO.
 
 
FOI PILHADO VÁRIAS VEZES. SERIA TOTALMENTE DESTRUÍDO POR NABUCODONOSOR II DA BABILÔNIA, EM 586 AC, APÓS DOIS ANOS DE CERCO A JERUSALÉM. OS SEUS TESOUROS FORAM LEVADOS PARA BABILÔNIA E TINHA ASSIM INÍCIO O PERÍODO QUE SE CONVENCIONOU CHAMAR DE EXÍLIO BABILÔNICO OU CATIVEIRO EM BABILÔNIA NA HISTÓRIA JUDAICA.
 
AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ QUESTIONAM ESTA DATA, FIXANDO-A EM 607 AC, SEGUNDO O SEU ENTENDIMENTO DA CRONOLOGIA BÍBLICA. DÉCADAS MAIS TARDE, EM 516 AC, APÓS O REGRESSO DE MAIS DE 40.000 JUDEUS DA CATIVEIRO BABILÔNICO FOI INICIADA A CONSTRUÇÃO NO MESMO LOCAL DO SEGUNDO TEMPLO, O QUAL FOI DESTRUÍDO POR ANTÍOCO EPIFANES, IMPERADOR ASSÍRIO.
 
EM 4 D.C. O REI HERODES, O GRANDE, QUERENDO AGRADAR OS JUDEUS RECONSTRUIU O TEMPLO QUE FOI MAIS PORTENTOSO QUE OS DOIS PRIMEIROS, ESTE TAMBÉM FOI DESTRUÍDO PELO GENERAL TITO EM 70 AC, PELOS ROMANOS, NO SEGUIMENTO DA GRANDE REVOLTA JUDAICA.
HOJE O QUE RESTA, ERGUIDO, DO TEMPLO DE HERODES É O MURO DAS LAMENTAÇÕES, USADO POR JUDEUS ORTODOXOS COMO LUGAR DE ORAÇÃO.
 
FONTE
 
 

domingo, 23 de setembro de 2012

Escritor António Mota


 
António Mota
 

Nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, distrito do Porto em 1957.
É professor do Ensino Básico desde 1975. Em 1979 publicou o seu primeiro livro: "A Aldeia das Flores".
 
 


O escritor ganhou já alguns prémios, como por exemplo:


 

Em 1983, com a obra
 "O rapaz de Louredo"
ganhou um prémio
da Associação Portuguesa de Escritores
 
 


 
Em 1990, com o romance
 "Pedro Alecrim"
recebeu o Prémio
Gulbenkian de Literatura para Crianças.





Em 1996, com a obra
 "A casa das Bengalas", ganhou o Prémio
António Botto.
 
 
 
 
Em 2004 recebeu o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para crianças e jovens, na modalidade livro ilustrado, com o livro
 "Se eu fosse muito magrinho".
 
 

Entre muitos outros, o escritor tem como género literário, livros infantis, escolares e romances.
 
Desde 1980 é solicitado a visitar escolas do ensino básico e secundário e também bibliotecas públicas em diversas localidades do País, onde tem, desta forma, contribuído para o fomento do gosto pela leitura entre crianças e jovens.

Tem colaborado em vários jornais e foi interveniente em ações realizadas por várias Escolas Superiores de Educação de Portugal.


 
 
Fontes:

 Este artigo foi inspirado num trabalho que o meu  professor  Ezequiel Miranda pediu.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

 
Sonhos

Todos os homens sonham, mas não da mesma forma. Os que
sonham de noite, nos recessos poeirentos das suas mentes, acordam de manhã para verem que tudo, afinal, não passava de uma mentira. Mas os que sonham acordados, esses são homens perigosos, pois podem  realizar os seus sonhos de olhos abertos, tornando-os possíveis". (Thomas Edward Lawrence,  em seu livro  "Os Sete Pilares da Sabedoria")